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Marilyn Manson, 32, passou seus últimos 3 meses divulgando
seu ultimo álbum "Holy Wood" com sua banda na turne
mundial "Guns, God and Goverment". Ele passou seus dias
dormindo em hotéis, sonhando com a revolução.
Suas horas andadas estão criando um divertido inferno assim
como a atribuição própria de "God of Fuck".
Ele atualmente mora em Los Angeles com sua coleção
de animais empalhados.
"Eu
normalmente não sou uma pessoa de café da manhã-
eu costumo ir direto para o almoço, especialmente porque
quando acordo o café da manhã já acabou a muito
tempo.
"Ultimamente em turnê, eu tenho ido para cama lá
pelas 7 e tenho levantado pelas 16, 16:30, bem na hora da checagem
de som. Depois disso, nós geralmente começamos a beber,
fazemos o show e começamos tudo de novo. Algumas noites eu
bebo mais que outras antes de entrar no show mas eu não costumo
estar completamente fora de controle, embora em algumas ocasiões,
eu suponho, foram para baixo, para a infelicidade e auto destruição.
Geralmente eu gosto de estar consciente, assim eu posso aproveitar
a interação entre o público e eu.
"As vezes durante a turnê eu gosto de ler, se eu tiver
tempo. No Natal eu estava pegando uma copia autografada do livro
"American Psycho", mas o autor, Brett Easton Ellis, conseguiu
escrever o meu nome errado. Ele fudeu tudo. Ontem eu na verdade
escrevi um pouco. Estou trabalhando em uma peça que não
sei ainda o que vou fazer com ela ou como ela pode aparecer, mas
se chama "The Suicide Batteries". É uma história
baseada em um sonho que tive no avião voando para o Reino
Unido, sobre uma tentativa de voltar para o útero através
de um assassinato/suicídio estripando alguém e se
afogando dentro do estripado. Foi um sonho bizarro então
eu tive que passar para o papel.
"Eu também passo muito tempo assistindo filmes, qualquer
um na TV ou no ônibus. No momento é uma tradição
da banda assistir "The Big Lebowsky" todo dia no camarim.
Está sempre passando e por alguma razão qualquer nós
estamos familiarizados com as falas então são repetidas
freqüentemente.
"Para esta turnê eu tentei criar um palco que fosse como
"Holy Wood" é e obviamente há elementos
de imagens comunistas por causa das idéias revolucionarias
que eu falo no álbum, mais uma imagem religiosa e uma imagem
celebrativa. É sempre muito difícil para eu descrever
um show do Manson porque eu desejo sentar e assistir, algo que eu
nunca vou poder fazer. Um som sábio é muito cru no
momento. É o melhor- e o mais longo -
que nós fizemos. Agora nós podemos tocar por 1hora
e 40minutos toda noite, enquanto que nós costumamos nos esforçar
para tocar 45minutos pois estamos tão ansiosos em nos destruir
e tudo mais no palco. Este elemento continua lá, teoricamente.
Esta turnê me lembra muito a turnê do "Smells Like
Children", mas continua tendo a grandeza, o teatral e a bombástica
qualidade dos álbuns "Antichrist Superstar" e "Mechanical
Animals".
"Antes de virmos para a Europa, eu consegui passar 2 dias livres
em Los Angeles com Joey Jordison do Slipknot, que acabou de fazer
o remix de "The Fight Song". É sem dúvida
um dos melhores mixes que nós já fizemos. Depois que
a turne acabar no Japão nós vamos tocar no Ozzfest
e eu estou realmente feliz que o Slipknot vai estar lá também.
Nós vamos fazer toda a turnê americana. E então,
depois disso, nós esperamos estar de volta para tocar em
alguns festivais na Europa.
"Longe disso eu também estou passando um tempo tentando
finalizar as combinações para o livro 'Holy Wood',
assim poderei mostrá-lo brevemente. O filme tem que ser feito
com as pessoas certas. No momento eu sinto que a vida é muito
pequena e eu quero aproveitar o que está na minha frente
e me preocupar em descansar mais tarde". |